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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Balada Boa Tche Tche Re Re - Gustavo Lima

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

JOEL SANTANA FALANDO INGLÊS

terça-feira, 8 de novembro de 2011

The time - the Black Eyed Peas

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Piadas

1- Dois amigos se encontram na rua, um diz:

- E aí ta de brinks?
- Não to de alargats.







2-




3-                                   ISSO É QUE É CIÚME

A mãe pede ao filho para ligar ao pai, no celular, avisando a hora do jantar.

- E aí? O que ele disse? Já vem?

- Já liguei três vezes, mãe, mas quem sempre atende é uma mulher.

- Deixa comigo! Aquele cachorro vai ver, quando chegar em casa!

Mal o pai aparece na frente da casa, a mãe parte prá cima dele e lhe aplica a maior surra, com tudo o que encontra à disposição: cabo de vassoura, frigideira, tampa de panela.

Os vizinhos se aproximam para ver o que está acontecendo, mas encontram a mulher irada!

- Safado, cafajeste! Venha cá, filho! Diga aqui prá todo mundo o que foi que aquela piranha falou prá você no telefone!

- Ela disse: “o número para o qual você ligou encontra-se desligado ou fora da área de cobertura”.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O QUE O "PERU" (PAÍS) E A "TURQUIA" TÊM EM COMUM?

Por que chamamos uma ave de peru ("Peru"), os povos de língua inglesa chamam de turkey ("Turquia") e os de língua francesa de d'Inde ("da Índia"), se ela não é originária de nenhum desses três países?
turkey (peru)
Peru
Turkey (Turquia)

Em inglês, o substantivo Peru se refere unicamente ao país vizinho do Brasil cuja capital é Lima. Para se referir à ave peru, use a palavra Turkey. Por uma dessas coincidências incríveis, o único país da língua inglesa que compartilha seu nome com o de um animal é a Turquia. Em inglês, a palavra turkey pode tanto significar Turquia (país) quanto peru (animal), sendo o nome do país grafado com letra maiúscula.
O curioso é que a ave, o tradicional peru do Natal (ou, para os americanos, também do Thanksgiving, o dia de ação de graças), apesar dos nomes, não é originária de nenhum desses países, e sim do México e do sul dos Estados Unidos. Mas há uma explicação para isso.
Pois então: a pátria do peru é o território hoje designado por México, e foram os astecas os primeiros a domesticá-lo. Como ave selvagem, existia também nos territórios dos Estados Unidos de hoje.
Deveria então chamar-se “galo do México”? Saiba que os mexicanos não o chamam assim. No México é guajolote, um termo da língua nativa azteca, que significava “grande monstro”. A atribuição desse horrível nome ao pacífico “glu-glu” tem origem numa antiga lenda local, que não vem agora ao caso.
No Peru (país) é que ele não existia, nos princípios da colonização.
Mas para os portugueses, naquela altura, tudo quanto fosse território espanhol nas Américas era Peru.
E dai, quando os espanhóis trouxeram a ave para Espanha, e lhe chamaram “pavo”, ou seja “pavão” (que eles distinguiam chamando a este último de “pavo real”), os portugueses deram-lhe o nome de “galinha do Peru” ou “galo do Peru”.
Peru, por sua vez, é um nome geográfico de origem ambígua, provavelmente vem da palavra nativa Birú, que significava rio, ou do nome de um chefe indígena.
Foram os mercadores do Mediterrâneo Oriental que levaram o peru até as ilhas britânicas. E, como para os ingleses tudo que se referia ao Levante era Turco, o pássaro foi batizado de turkey, nome pelo qual, hoje, é mais universalmente conhecido, graças à expansão da língua inglesa.
O turkey dos ingleses designava, a princípio, outra ave: a galinha-d’angola. Depois de certo tempo, os súditos da rainha descobriram que a galinha-d’angola não provinha da Turquia e deram-lhe outro nome: guineahen, ou seja, "galinha-da-guiné" (veja a figura ao lado). Quando o peru chegou à Inglaterra, no século 16, os ingleses viram então uma oportunidade de recuperar o nome turkey, batizando a ave procedente do Novo Mundo com esse nome.
Guinea Hen (Galinha-d'angola)
Já na Turquia não é assim. Chamam-lhe hindi. Pois não veio ele das Índias Ocidentais? E também em francês, pela mesma razão, hoje chama-se dinde, uma contração do original “coq d’Inde”.
A história da dinde dos franceses é parecida com a de turkey. É que no início os franceses chamavam de dinde a galinha-d’angola. Até que no ano de 1532, quando o peru chegou à França, os franceses resolveram que dinde passaria a ser o nome da ave importada da América. Na França, dinde é a fêmea do peru, ou seja, é a perua. O macho é dindon. Mas, diferentemente de nós, os franceses preferem a forma feminina.

É, portanto, uma ave com muitas pátrias.

TERMOS DO FUTEBOL ORIGINADOS DA LÍNGUA INGLESA

A Origem dos Termos
O formato atual do esporte foi organizado na Inglaterra no século 19, e de lá vêm suas palavras fundamentais:
FUTEBOL: O termo talvez seja o anglicismo mais celebrado do Brasil. Veio do inglês football (de foot, pé + ball, bola), literalmente, "bola no pé". Nos Estados Unidos, o football association, nome oficial do esporte na Grã-Bretanha, reduziu-se a soccer por alteração de (as)soc(iation) + o sufixo er. Em italiano, o nome é calcio, coice, pontapé, de gioco del calcio, do latim calx, cálcis, calcanhar, pé, pata.
GOL: Do inglês goal, objetivo. Além de meta a ser transposta pela bola, é o ponto obtido pela transposição da linha entre as traves verticais e o travessão horizontal. Em Portugal, o ponto é "golo", e a meta, "baliza". "Gol" é capricho brasileiro. O idioma tende a transformar em oxítonas palavras terminadas em ol (espanhol, anzol).
GOLEIRO: De "gol" mais o sufixo -eiro, palavra que substitui no Brasil o goalkeeper do futebol inglês. É o único jogador de futebol que tem direito de segurar a bola com as mãos, desde de que na grande área de seu campo. Raramente chamado de guarda-metas. Em Portugal, guarda-redes.
TIME: Do inglês, team. Grupo de animais ou pessoas (certos jogadores), associadas em uma atividade. Também quadro ou equipe, do francês équipe. No futebol inglês, havia goalkeeper, backs, half-backs e cinco forwards, fora as subdivisões, como back direito, esquerdo; half direito e center-half. No Brasil, narradores falavam em "golquíper", "beques" e "alfos", em curiosa mistura linguística.
BOLA: Do latim bulla, bolha, bola. A de futebol deve ter circunferência de 68 a 71 centímetros e deve pesar de 396 a 453 gramas. Antigamente os locutores esportivos a chamavam de redonda, gorduchinha, menina, couro: "Mata o couro no peito e baixa na terra!". Agora, o espírito rococó ou condoreiro anda sumido, e eles estão mais contidos.
JUIZ: Do latim judex, judicis, juiz, o que julga. Em inglês, referee, juiz, árbitro (de futebol; o de direito é judge, magistrate). Há anos, narradores esportivos se referiam a ele como "sua senhoria" e "meretíssimo", querendo dizer meritíssimo, de mérito.
PÊNALTI: Do inglês penalty, penalidade, proveniente do latim poenalis, poenale, penal. Castigo máximo por falta feita na grande área e nome do chute dado da distância de 11 metros contra o goleiro, que deve defendê-lo sozinho e não pode sair da linha antes do tiro. Chamado também de penalidade máxima no Brasil e de grande penalidade em Portugal.
ZAGA: Do árabe zaqa, pelo espanhol zaga, retaguarda de um exército. Chegou ao português aplicada apenas ao futebol, referida à última linha defensiva de uma equipe. Daí, zagueiro: zaga + o sufixo -eiro.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

13 CURIOSIDADES DA LÍNGUA INGLESA

bandeiras norte americana reino unido australia canada 13 Curiosidades da Língua Inglesa

Bandeiras dos E.U.A, Reino Unido, Austrália e Canadá

01 – Goddessship é a única palavra da língua inglesa que tem uma letra triplicada. Fonte: Dictionary.com
02 – A frase the quick brown fox jumps over the lazy dog contém todas as letras do alfabeto. Pode conferir.
03 – Rhythm é a maior palavra inglesa escrita sem vogal.
04 – A frase mais curta da língua inglesa é I am.
05 – Queue é a única palavra inglesa que mesmo que você retire as quatro últimas letras a pronúncia não muda: “queue” /kjuː/ e “q” /kjuː/. Fonte: Macmillan Dictionary
06 – No teclado, stewardesses é a maior palavra digitada só com a mão esquerda; e lollipop é a maior digitada com a mão direita. Fonte: Dictionary.com
07 – Dreamt é a única palavra inglesa que termina com “mt”.
08 – Typewriter é a maior palavra que pode ser digitada usando-se apenas uma fileira do teclado. (Aposto que você verificou isso.)
09 – Existem somente duas palavras em inglês que têm as cinco vogais em ordem: abstemious e facetious. (Aposto que você soletrou a, e, i, o, u).
10 – Ewe e you têm a mesma pronúncia, mas nenhuma letra em comum. O mesmo fato ocorre com eye e I.
11- Almost é a palavra mais longa que tem as letras em ordem alfabética.
12 – O plural de life é “lives”, mas o plural de still life (natureza morta) é “still lifes”. Fonte: The Free Dictionary
13 – Pneumonoultramicroscopicsilicovolcanoconiosis é a palavra mais longa da língua inglesa. Fonte: The Free Dictionary

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Eveline- James Joyce

The short story Eveline, with approximately five pages, is built on a narrative program base very common to literary tradition and also present in oral narratives: space and the disjunction familiar subject modeled by a want-away. In this case, a subject, Eveline, a young nineteen years, lost her mother, yearns to escape the house with Frank, a sailor who was from Dublin. The desire to escape, mainly motivated by love, is explored in a sufficient reason literature. Often, the trail leads to a breakdown of passion, which gives rise to feeling tense and conflicting. For Eveline, the duality of feelings is very clear: when you think you will in conjunction with other values, which are new compared to what she grows at home, the young animase. But when you think you have to go into disjunction of family values, she gives up again his life, because it has no power to make this change. Evvy - Frank shouted to realize Eveline who gave up the trip - it seemed at first not only for modalized want to do-but mainly due to the. This is what we see, for example, early in the narrative, when, amid the accounts of the past of the character, the narrator suddenly includes a sentence in the present tense: "Everything changes" ("Everything Changes"). This statement assumes a truth value, inasmuch summarizing the individual facts of the life of Eveline (the changes that have occurred with people from the his past) and expands the idea of ​​renewal beyond the borders of their individuality: every change, so she, too, must change.

                                Tradução
O conto Eveline, com aproximadamente cinco páginas, é construído sobre um programa narrativo
de base muito comum à tradição literária e presente também nas narrativas orais: a disjunção espacial e
familiar de um sujeito modalizado pelo querer-partir. No caso, um sujeito, Eveline, jovem de dezenove
anos, órfã de mãe, anseia fugir de casa com Frank, marinheiro que estava partindo de Dublin.
O desejo de evasão, sobretudo por motivação amorosa, é um motivo bastante explorado na
literatura. Com freqüência, a fuga ocasiona uma ruptura passional, que dá lugar a sentimentos tensos e
conflitantes. No caso de Eveline, a dualidade de sentimentos é bastante nítida: quando pensa que entrará
em conjunção com outros valores, que são novos em relação aos que ela cultiva em casa, a jovem animase.
Mas quando pensa que terá que entrar em disjunção dos valores familiares, ela desiste de recomeçar
sua vida, porque não tem competência para operar essa mudança. Evvy – como Frank gritava ao perceber
que Eveline desistira da viagem – parecia inicialmente modalizada não apenas pelo querer-fazer, mas
sobretudo pelo dever-fazer. É o que se percebe, por exemplo, no início da narrativa, quando, em meio aos
relatos do passado da personagem, o narrador inclui subitamente uma frase no presente do indicativo:
“Tudo se modifica” (“Everything changes”). Essa afirmação assume um valor de verdade, na medida em
que sintetiza os fatos individuais da vida de Eveline (as mudanças que ocorreram com pessoas ligadas a
seu passado) e amplia a idéia de renovação para além das fronteiras de sua individualidade: todos mudam,
portanto ela, também, deve mudar.